Como se forma uma equipa perfeita

Já faz tempo que o mundo percebeu que a tradicional inteligência ou as competências técnicas dos indivíduos não chegam para construir uma boa equipa. A empatia, capacidade de nos relacionarmos com os outros, construirmos pontes e comunicarmos assertivamente são de longe as  competências mais importantes para se trabalhar em equipa. É evidente que temos de ter pessoas que consigam desempenhar a função que têm atribuída, mas é difícil perceber o que é mais importante, ou que nota de avaliação devemos dar a cada uma das componentes: social e técnica. E na minha opinião as empresas que tenho acompanhado preocupam-se demasiado com a parte técnica, deixando as competências sociais e a motivação dos seus colaboradores para os próprios gerirem ao sabor do simples ordenado ou em casos piores ao sabor do medo.

Apesar da constatação de que a empatia e inteligência emocional são fundamentais para os resultados, empresas e chefes tradicionais continuam a tentar formar equipas de génios na esperança que a soma de 1+1 seja no mínimo 2, ficando depois altamente surpreendidos quando não só não o conseguem como acabam por desmotivar os génios e ver ao lado equipas de medíocres a obter melhores resultados e a trabalhar em equipa de forma excepcional, em que o 1+1 é mesmo igual a 3 (ou mais).

Não que existam exactamente powerpoints e folhas de excel para provar que mais vale um medíocre emocionalmente disponível do que um génio insociável, mas lá se vão descobrindo gestores de equipas e verdadeiros líderes a levantar o tema. Recentemente partilharam comigo um texto sobre um tal “Project Aristotle” do Google, e se por várias razões não é empresa que eu idolatre, aqui fica o reconhecimento de que por outras tantas razões estão no bom caminho…

What Google Learned From Its Quest to Build the Perfect Team

 

 

Empathy

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Does it ever feel like people are all self-absorbed jerks? Like they’re not listening? Only in it for themselves? You’re not crazy. Empathy is declining.

It’s easy to believe that people are just selfish. That it’s human nature. There’s no denying we do think a lot about our own needs, and classical economics might lead you to believe that’s all there is.

But new research says there’s more to us than that.

We all need empathy. Even selfish people do. Here’s how the power of empathy can improve your life, and how you can develop more of it.

What Empathy Is…
“…empathy is the art of stepping imaginatively into the shoes of another person, understanding their feelings and perspectives, and using that understanding to guide your actions. So empathy is distinct from expressions of sympathy — such as pity or feeling sorry for somebody — because these do not involve trying to understand the other person’s emotions or point of view.”

Here’s how to be more empathetic:
1. Listen.
2. Try meditation.
3. Expose yourself to different ways of living. Hang out with different people.

Empathy doesn’t just have the power to change our lives, it can also change the world:

 

(Artigo de Eric Barker completo aqui: http://www.bakadesuyo.com/2015/09/power-of-empathy/ )